quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Utopia sensitiva.

E se tudo fosse calmo, como um bloco de carnaval? E se sol raiasse em todos os momentos de prazer? E se a bebida fosse o motor, e o cigarro o amor?

A calmaria somaria a alegria, que seria constante, ao som de sambas e evoluções; os dias seriam eternos, com belos raios solares alheios, uma aurora sem fim; tudo seria mais livre, sem tantos arreios, e o nosso coração acabaria como cinzas em um cinzeiro.

A margarida, amiga do cacto sem nome.

2 comentários:

Pétrig disse...

Acho que nós, seres vivos, de todas as espécies, principalmente nós, plantas, cacto e margarida, demonstramos bem os sentimentos dos seres humanos. Aa vezes, somos rosa e flor, d'outras somos espinho e folha seca.

Patrícia disse...

A vida sera maravilhosa se fosse um samba de Noel...

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