segunda-feira, 1 de setembro de 2008

O cacto

Sexta-Feira, 29 de Agosto, ganhei de uma amiga, meu primeiro cacto, logo percebi as características literárias deste ser.
É um cacto pequeno ainda, mas que sente como gente grande. Vou aproveitar e deixar ele transpor suas intravenosas histórias aqui também no nosso "cantinho" on-line.
a primeira poesia dele, foi chamada de Sol. Ele ainda precisa amadurecer, como poeta, confesso.

Minha vida, meu astro,
Quando te sinto, me benzo todo em cruz,
Só lamento, o cair da noite,
que leva teu o calor, tua energia e tua luz.

A trágica escuridão, da tua falta,
me leva por sinuosos caminhos,
é de noite, que afloram em mim, os espinhos,
de dor e de saudade dos teus raios.

Mas apesar de tudo, de toda negra noite,
você sempre vem, de dia, clareia e dá vida,
sempre, todos os dias. Com espinhos ou não.

O cacto.


Gostaria de receber dos amigos, leitores, e pensadores deste blog,
sugestões, para dá nome ao cacto, eu pensei, em Intacto Cacto.

2 comentários:

REAVF disse...

Por que o cacto não pode ser o Cacto?
Será pq o homem n pode ser o Homem?

Seja bem vindo Cacto.

Pétrig disse...

kkkk...

Férias

Feridas feias do mundo têm nas suas faces facas de homem. Feriados felizes em casa têm nas suas façanhas foiçes de mulher. Fechados, os Fa...