terça-feira, 23 de setembro de 2008

O perdão das horas.


Te darei todos os teus perdões,
inclusive aqueles que não mereceu,
aqueles que perdeu,
os mais doídos perdões te darei,
pois às vezes,
mesmo o sangue quente nas veias,
os dentes rangendo,
e o nós na garganta,
sucubem ao divino perdão.

Nem sei se é de todo divino,
pode ser primazia erronia da culpa,
do ego erro, sarcasmo do destino,
secreto, indefeso.
talvez correto e coeso,
é o perdão que te dou.

Findo nosso amor, pois, te perdoando,
deixando todas às mágoas pra tu chorar,
ou esquecer,
em mim, guardo só o mais bonito,
o que realmente ficou,
infindáveis minutos de desejo,
horas perpétuas de amor.

3 comentários:

REAVF disse...

Não a mágoa que o perdão não cure?
Ou talvez só nos dê alivio imediato..

E se não o perdão, quem sabe o tempo?

be disse...

tempo, tempo, mano velho...

Vinha pensando nisso vindo pro trabalho, pedrinho. Cheguei aqui, e li isso.
Obrigada. :*

Pétrig disse...

Eu q agradeço, pessoas..uecicas.

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