Que faço eu que não escrevo?
Morro enfim.
Sem palavra,
sem zelo e
sem mulher.
Se não falo
não vivo,
não acordo,
nem cedo.
E antes de dizê-lo,
não há dito
que possa soar verdadeira.
E embora no meio exista algo,
É no fim que não há nada.
Que faço eu que não escrevo?
Morro enfim.
Sem palavra,
sem zelo e
sem mulher.
Se não falo
não vivo,
não acordo,
nem cedo.
E antes de dizê-lo,
não há dito
que possa soar verdadeira.
E embora no meio exista algo,
É no fim que não há nada.
Eu que já fui poeta, hoje sou concreto.
Qual é a arte nisso?
Eu posso construir pontes, só não consigo mais voar.
Feridas feias do mundo têm nas suas faces facas de homem. Feriados felizes em casa têm nas suas façanhas foiçes de mulher. Fechados, os Fa...