Nem te digo, mas voltei àquelas noites de solidão;
Voltei a festejar por pouco e a sorrir por muitos.
Ah, resolvi voltar.
E o que diria isso nas entrelinhas da razão, paixão, três pontinhos e tal?
Seria eu solitariamente devaneando pelas circunstancias favoráveis?
Não sei.
Sem premissas duvidosas, serei eu com meu sorriso exposto.
Eu não sorriria a contragosto e nem lhe daria explicação se não quisesse voltar.
Permita-me a representação.
Caso não se aborreça com minha tão pouca simpatia, use de sortilégio para minha tão longa alegria...
Foi por que resolvi voltar.
Aos que não queriam, peço desculpa pela ousadia, mas pretendo continuar;
Risadas eufóricas inflamam o meu corpo, acumulam-se no âmago do meu pulmão.
E quando eu não posso mais conter-me, de súbito, frêmitos de sorrir:
Uma grande gargalhada expele dos meus olhos, taram!
Da minha pele, ouriçados pelos a se contorcer.
Dançam todas as partículas do meu corpo, num frenesi irreal.
Tudo isso, acredita, por que resolvi voltar e ver o que poderia acontecer.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
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Um comentário:
volta e meia.
lindo.
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