Deixo então que a poesia me invada,
que o amor me arrepie os ossos,
que a paixão me encha os olhos,
e teu sabor entorpeça minha'alma,
por que de fato e direito, já sou teu
por todo e inteiro, pra esquecer das horas,
e dos dias em branco.
Nos dias de chuva, um bom filme,
suor, suspiros, e chocholate.
Tipo eternizando os minutinhos,
rindo da piada mais infantil,
e da vergonha, e da falta dela,
e da cama amassada se fazer parte.
De noite, quando se vai, e te digo cuidado.
quero dizer é não vai, quero dizer fica,
que a saudade já é latente, que essa é a hora,
de não ir mais, pois mesmo teu corpo sumindo,
tua alma se deixa nos meus olhos,
e vai aparecendo, se esfregando, permanecendo.
E no mais, namorar contigo,
olhando esses olhos grandes e vivos,
seria só um prazer a mais,
cheio de coisas pra contar,
cheios de não saber o que dizer,
cheio de só bastar olhar,
e não saber como agir, e ficar pasmo,
com tanta delicadeza em erupção,
bem-vinda dos teus carinhos.
sábado, 28 de fevereiro de 2009
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Um comentário:
Deixamos todos que a poesia nos invada, deixamos aflorar nossos sentimentos.
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