sexta-feira, 2 de maio de 2008
Por acaso nossos casos serão casos em transformação.
Não tem como serem válidos os ERROS desconhecidos, e é pensando sobre eles que floresce uma idéia: a ignorância está nos olhos do avaliador; do juiz lânguido por sangue.
Se escrevermos ansiosos por preencher nossas almas;
Se nossa fragilidade nos move e cria da antropofagia da dor a beleza do existir
Esse meu verso novo, por mais bobo, não contem erro algum.
Perdoe-me este diagrama incorreto, o qual a certeza do certo é cuspida no devir.
Se em todas as palavras fluem sangue,
Se as frases são inervadas de sentimentos,
Se os textos são vidas a nascer;
Sejam bem vindos que entender não é preciso se conseguimos sentir.
Não serão vírgulas que causaram a morte de uma criação.
- Me causa embrulhos os críticos, que nada produzem, reproduzirem críticas furtadas de manuais.
Amigos, cuspam palavras mal ditas sem temer a recepção, pois a sensação ainda está por vir.
Pretendo entalhar os outros na carne, nessa força viva, em um olhar cego começar a conhecer, circunstancialmente, até quando for preciso desconhecer.
REAVF
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