quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Seu não estivesse numa; não saberia.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
..sobre o post debaixo... ( sobre o amor )
domingo, 9 de janeiro de 2011
Sobre o amor
O amor pesado feito concreto, leve como as palavras banais, é sempre amor e terno quando vivenciado por nós. O amor passado é o amor presente na saudade, o amor presente é o amor de sempre; já o meu futuro amor é aquele que eu tenho menos bem. O amor e o amor quem é que diz o que é? O amor de pai e mãe e de outros iguais. Diga-se lá: o tempero é a paixão... Quando cessa, deixa morno, o amor terno de querer-se bem. O amor por nós e por outro conflita-se em oração:
Me ame mais que a mim mesmo
Faça sentido o meu apego, porque,
quando estou só, não faz sentido solidão.
Deixe fluir né, para que possamos suportar
Deixe vim e deixe passar
e que venha muitas vezes
harmoniosamente
desastrosamente
abalando
Triturando
condensando
emoções e me fazendo mexer,
Tirando-me deste lugar de inércia.
É o amor né.
Sim, é amor que não finda
É o amor banal:
Santa cama e lençóis.
O amor é feito escrita livre que torna-se verso sentido, concreto, forte e fluído.
Se tentarmos podar, há de acabar, há de morrer.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Até Breve.
A simplicidade cativante de um sorriso fácil,
Um olhar inquieto, passivo de paciência e paz,
Ativo de mistérios e palavras queixosas,
Palavras outras também,
cândidas, fraternas,
espertas, inocentes.
Como escrever pra ti?
Agora não tão perto,
num plano distinto e eterno,
e de certo também não tão longe,
como seu sorriso,
que volta e meia, será lembrado pela vida,
que morte nenhuma consegue acabar.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Contratempo.
domingo, 14 de novembro de 2010
sambinha sem nota...
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Você
sábado, 6 de novembro de 2010
interno-me.
Cotidiano.
Quando um dia, esperando o ônibus regular, do dia à dia,
Férias
Feridas feias do mundo têm nas suas faces facas de homem. Feriados felizes em casa têm nas suas façanhas foiçes de mulher. Fechados, os Fa...
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Eu que ando tão desiludido Nem sei dos meus pedidos Muito menos do meu amor. Não, eu não acredito Não sei mais o que é o sorriso. O ch...
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Que faço eu que não escrevo? Morro enfim. Sem palavra, sem zelo e sem mulher. Se não falo não vivo, não acordo, nem cedo. E ...